Nos últimos dias, raras foram as matérias jornalísticas que deixaram de abordar o principal tema da atualidade: a guerra contra o tráfico no Rio de Janeiro.
Conseqüentemente vários comentários sobre o assunto vêm à tona, dentre eles, barbáries de toda a sorte.
Há aqueles que defendem a tomada das favelas pelo Estado, utilizando todos os meios necessários para tanto. Outros, na contramão, levantam a bandeira dos direitos humanos criticando a política de segurança pública adotada pelo Governo.
Radicalismo existe em ambos os lados. De um, aqueles que pregam todo o tipo de violência no combate ao tráfico. De outro, defensores dos direitos humanos pra quem toda a ação da polícia representa uma agressão.
Entre o “larga o dedo” e o “coitadinho do bandido, afinal é um ser humano”, fico com o povo que realmente vive a realidade das favelas e da violência urbana. E não falo apenas dos que residem nas zonas chamadas de “risco”, mas todos aqueles que vivem diariamente os efeitos dessa violência. Tenho um casal de grandes amigos e uma irmã que, mesmo não residindo nessas regiões, puderam experimentar os efeitos diretos da violência urbana praticada pelos traficantes.
A questão da segurança pública no Brasil é muito mais abrangente. Para completar a ocupação dos morros é preciso que o Estado ocupe agora com educação, saúde, saneamento etc. Tudo isso, frisa-se, após o contencioso, ou seja, a (re)tomada das favelas.
Se a implantação das UPP´s no Rio observaram a conveniência dos investidores no ramo imobiliário e nos eventos que se aproximam, no momento, pouco importa.
A gênese do problema, ao meu ver, repousa na entrada de armas e drogas no Rio de Janeiro. Sem armas e drogas, não haverá dinheiro para o financiamento do tráfico, ou seja, mais armas e drogas. Lógico que não é tão simples assim.
Portanto, entre o “heroísmo” adotado por fãs do Rambo e aqueles que viram - mas não entenderam - o recente filme do Padilha ou esconder-se atrás do seu notebook à milhas de distância da guerrilha urbana, com ar ligado no conforto do seu lar, fico com aqueles que conhecem de perto a violência urbana. Eles apoiam as ações. Eu também. Sei que a violência se resolve com educação, saúde, oportunidades, mas o momento, infelizmente, pede ação.
Quem vai defender os direitos humanos do policial que ganha pouco mais de dois salários e é alvejado por armas de grosso calibre dos coitadinhos dos bandidos?
A reação dos moradores deixa clara a insatisfação em se viver nos locais dominados pelo tráfico e isso é o que realmente importa. Alguns chegaram a falar em "Libertação". Estou com o povo independente das políticas públicas de segurança pois são eles, nesta queda de braço, que invariavelmente saem prejudicados.
Conseqüentemente vários comentários sobre o assunto vêm à tona, dentre eles, barbáries de toda a sorte.
Há aqueles que defendem a tomada das favelas pelo Estado, utilizando todos os meios necessários para tanto. Outros, na contramão, levantam a bandeira dos direitos humanos criticando a política de segurança pública adotada pelo Governo.
Radicalismo existe em ambos os lados. De um, aqueles que pregam todo o tipo de violência no combate ao tráfico. De outro, defensores dos direitos humanos pra quem toda a ação da polícia representa uma agressão.
Entre o “larga o dedo” e o “coitadinho do bandido, afinal é um ser humano”, fico com o povo que realmente vive a realidade das favelas e da violência urbana. E não falo apenas dos que residem nas zonas chamadas de “risco”, mas todos aqueles que vivem diariamente os efeitos dessa violência. Tenho um casal de grandes amigos e uma irmã que, mesmo não residindo nessas regiões, puderam experimentar os efeitos diretos da violência urbana praticada pelos traficantes.
A questão da segurança pública no Brasil é muito mais abrangente. Para completar a ocupação dos morros é preciso que o Estado ocupe agora com educação, saúde, saneamento etc. Tudo isso, frisa-se, após o contencioso, ou seja, a (re)tomada das favelas.
Se a implantação das UPP´s no Rio observaram a conveniência dos investidores no ramo imobiliário e nos eventos que se aproximam, no momento, pouco importa.
A gênese do problema, ao meu ver, repousa na entrada de armas e drogas no Rio de Janeiro. Sem armas e drogas, não haverá dinheiro para o financiamento do tráfico, ou seja, mais armas e drogas. Lógico que não é tão simples assim.
Portanto, entre o “heroísmo” adotado por fãs do Rambo e aqueles que viram - mas não entenderam - o recente filme do Padilha ou esconder-se atrás do seu notebook à milhas de distância da guerrilha urbana, com ar ligado no conforto do seu lar, fico com aqueles que conhecem de perto a violência urbana. Eles apoiam as ações. Eu também. Sei que a violência se resolve com educação, saúde, oportunidades, mas o momento, infelizmente, pede ação.
Quem vai defender os direitos humanos do policial que ganha pouco mais de dois salários e é alvejado por armas de grosso calibre dos coitadinhos dos bandidos?
A reação dos moradores deixa clara a insatisfação em se viver nos locais dominados pelo tráfico e isso é o que realmente importa. Alguns chegaram a falar em "Libertação". Estou com o povo independente das políticas públicas de segurança pois são eles, nesta queda de braço, que invariavelmente saem prejudicados.

